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terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Como limpar seu cantil

Para afastar microorganismos indesejáveis de seu cantil, seja ele de modelo mais tradicional ou um moderno cantil flexível, é fundamental ter cuidado com a limpeza e manutenção deste equipamento, um dos mais úteis e utilizados acessórios para atividades ao ar livre. Uma primeira regra é básica: após qualquer atividade, sempre limpe seu cantil, não o guarde com resto de água ou molhado.

A Trilhas & Rumos possui vários modelos de cantis em sua linha de produtos, desde o tradicional Cantil Camelo, até o mais moderno Cantil Hidrat, cantil flexível que se adapta a vários modelos de mochila da linha crampon. seja qual for o modelo, sugerimos que sua limpeza nunca seja feita com detergente, sabão ou qualquer outro produto do gênero, pois além de deixar gosto no material, pode diminuir seu tempo de vida útil.

Recomendamos o uso apenas de água e de escova, sempre lembrando de limpar com mais atenção a boca ou rosca da abertura. Para os modelos de cantis mais tradicionais, estilo camelo ou de garrafa (squeeze), pode ser utilizada uma escova de limpar mamadeira de bebê para a limpeza interna. É indicado, também, utilizar um pouco de água sanitária diluída, lavando bem em água corrente após este procedimento, ou usar uma pastilha de clorin 1 diluída em um litro de água ou, ainda, hydrosteril, na proporção recomendada pelo fabricante.

Para a higiene do tubo do cantil hidrat, especificamente, parte de mais difícil limpeza, primeiro proceda da mesma forma como descrita acima. depois, use um barbante com um chumaço de algodão amarrado em uma das pontas. Procure passar o barbante pelo tubo amarrando algum item pequeno, mas que tenha peso na ponta, ou deixe a água correr pelo tubo carregando o fio. Efetue a limpeza passando o barbante com o chumaço de algodão por dentro do tubo.

Para secar seu cantil, coloque-o de cabeça para baixo num escorredor (se for de garrafa e você estiver em casa) ou pendurado à sombra e em local ventilado, com a tampa aberta. Se o seu cantil for o hidrat, procure descolar as duas faces de vez em quando. Lembramos que o cantil hidrat é recomendado apenas para uso com água e não para outros tipos de bebida.

Algumas dicas podem ser úteis para o caso de emergências. Se você colocou uma bebida diferente em seu cantil (nunca no cantil hidrat) e o gosto ficou impregnado, lave-o com água quente e sal. Se você está acampando por vários dias e não está com uma escova para fazer a limpeza adequada de seu cantil, você pode usar arroz! Isso mesmo, pode ser um paliativo para limpar qualquer tipo de cantil ou garrafa térmica. Basta colocar uma colher grande de arroz cru dentro do cantil, um pouco de água (só para umedecer) e agitar bem, de forma que ele percorra toda a superfície interna. Depois enxágüe com muita água corrente. Neste caso, só não use água quente porque senão vai virar uma papa...

segunda-feira, 25 de maio de 2009

BÚSSOLAS E MAPAS



  Uma Bússola é essencial longe da cidade  - sem ela, é fácil ficar desorientado.
     Atenção: Objetos metálicos ou magnéticos podem distorcer suas leituras. Qualquer aparente mudança de direção que surgir subitamente deve ser investigada, mas, uma vez que você concluir que tudo está bem, sempre acredite em sua bússola.
 
     Variação Magnética
     Usar bússola e mapa poder ser complicado devido a uma pequena diferença entre o norte indicado pelo mapa (norte geográfico) e o norte assinalado pela bússola (norte magnético). Em algumas áreas essa variação, ou declinação magnética é mínima. Porém, ela aumenta em latitudes altas, e em alguns lugares pode até fazer com que a bússola se torne inútil. É vital conhecer a variação magnética em sua área (encontrada no seu mapa topográfico) quando você está navegando e fazer qualquer subtração ou adição necessária ao ser posicionamento.
 
 
     A bússola transferidora
     A bússola transferidora (do tipo Silva) é leve, muito confiável e precisa o suficiente para orientação e navegação básicas. Ela permite que você calcule uma posição num mapa, selecione uma direção em graus de acordo com ela e então a utilize para encontrar o caminho cento, sem fazer cálculos adicionais
 
Bússola transferidora
 
     A bússola de visada
     A bússola de visada é mais precisa do que a transferidora. Tanto para navegação quanto para tirar visadas. O Mostrador luminoso e a escala travável a tornam preferível para navegação noturna.
Apontando a bússola: Quando apontar com uma bússola de reflexão, a tampa é elevada verticalmente e a mira girada para a sua posição de leitura.
 
Bússola de visada
 
     Como usar a bússola de reflexão
     Para navegar, alinhe a bússola com o ângulo magnético que você que seguir. Então, com a tampa aberta, alinhe a agulha norte com o norte do mostrador. Quando estiver andando mantenha os dois nortes alinhados.
 
     1. Com a bússola encostada na bochecha, olhe pela mira e alinhe a linha de visada na tampa ao objeto que você escolher como ponto de referência. Olhando ligeiramente para baixo, leia o ângulo magnético no disco contra o traço - este é refratado para o seu olho pelo prisma do ocular. A ilustração à direita mostra a posição (45 graus). 
 

     2. Some ou subtraia o número da variação magnética local de sua leitura para obter uma posição precisa na grade do mapa. Calcule a posição no seu mapa com transferidor e lápis, alinhando zero grau no transferidor ao norte.
 

     3. Para ajustar a posição no mapa, subtraia ou some a variação magnética. Em seguida, ajuste a visada na bússola. Alinhe os ponteiros norte para ver a sua direção.

     Os ajustes
     Orientar-se no solo requer encontrar o norte (e o topo do seu mapa) e então se virar para que você e o mapa estejam olhando o norte, ou girar o mapa para que ele aponte para a direção de sua viagem. Você pode, assim, ajustar sua bússola ao mapa. 
 
     1. Para encontrar o ângulo no ponto A (sua posição) para o ponto B (seu destino) deite a bússola sobre o mapa com a seta de direção apontando para o caminho que você deseja seguir. Leia a distância entre os pontos A e B usando a escala na borda da bússola e compare-a com a escala do mapa. 
 

     2. Sem deslocar a bússola, gire o mostrador central até que as linhas paralelas norte-sul se alinhem com as linhas de traçado do mapa. A seta norte (vermelha= no mostrador deve apontar para o norte do mapa . Isso ajusta o ângulo entre a linha A-B e o norte magnético da bússola.
 

     3. Vire o mapa até que a seta norte da bússola se alinhe ao norte magnético, como indicado pela agulha. A seta de direção de viagem na extremidade da bússola agora apontará para o ponto do ângulo que você ajustou e o qual seguirá 

     4. Agora você pode segurar a bússola e seguir a seta de direção. Mantenha alinhados a agulha norte no mostrador e o norte no disco magnético. Quando seguir uma indicação, sempre deixe a bússola nivelada para evitar que o disco magnético cole dê uma leitura falsa.
 

     Localizando sua posição
     Você pode encontrar sua posição aproximada escolhendo dois ou mais marcos, identificando-os no mapa e orientando o mapa para eles. Use a bússola para obter uma localização mais precisa de sua posição.
 
     1. Inspecione o terreno e escolha dois marcos que devem figurar no seu mapa. Esses marcos (duas casas foram selecionadas aqui) devem estar a, pelo menos, 20 graus do seu ponto de observação e um do outro.
 

     2. Tire uma visada da primeira casa. Some ou subtraia a variação magnética se ela for grande na sua área, caso contrário, você pode ignorar o procedimento. Identifique esse marco no seu mapa. 


      3. Desenhe a direção oposta à visada somando ou subtraindo 180 graus do seu ângulo original, ou então lendo 180 graus do lado oposto ao seu ângulo original no mostrador da bússola. 

     4. Tire uma visada da segunda casa (que deve estar, pelo menos, 20 graus distante da primeira e facilmente identificável no mapa). Em matas, mangues, desertos ou neve, pode haver somente cumes de morros, então use curvas de nível para determinar a localização de cada um deles.
 
 
     5. Marque a segunda direção oposta à visada no mapa, somando ou subtraindo 180 graus como na etapa 3. A sua posição é o ponto de interseção dos dois. Uma terceira direção oposta à visada interseta como um triângulo: você está dentro dele. 
 

sexta-feira, 22 de maio de 2009

RAPEL




O que é o Rapel
     Uma técnica de descida que o praticante utiliza para transpor obstáculos como prédios, paredões, cachoeiras, entre outros, com o uso de cordas ou cabos.
     O termo "rappel" vem do francês e significa trazer e recuperar. Apesar de não se saber exatamente quando a técnica foi criada, ela foi utilizada por espeleólogos, que usavam desse recurso para explorar cavernas.
     Existe uma grande discussão sobre se o rapel é um esporte ou apenas uma técnica. os que acreditam se tratar do esporte encaram como uma atividade divertida e que é utilizada sem outros fins, apenas por diversão. Já os que acreditam se tratar de uma técnica, geralmente a utilizavam como um meio de realizar outra modalidade, outro esporte ou mesmo a trabalho.
     Segundo o instrutor de rapel, Saulo Roberto, a prática tem crescido muito nos últimos anos. "O número de pessoas interessadas na modalidade aumentou muito graças a grande divulgação que o esporte tem conseguido junto à mídia".
 
Rapel é uma técnica de descida

     História do Rapel
     A técnica do rapel foi "inventada" em 1879 por Jean Charlet-Stranton e seus companheiros Prosper Payot e Frederic Folliguet durante a conquista do Petit Dru, um paredão de rocha coberta de gelo e neve, perto de Chamonix, na França.
     Por ser uma atividade de risco, eles viram-se obrigados a trocarem suas cordas de algodão, que muitas vezes não duravam e se rompiam com facilidade, por equipamentos especializados e de maior resistência, surgindo assim algumas empresas pioneiras em materiais de exploração.
     O rapel foi se tornando uma forma de atividade praticada nos fins de semana, à medida que as explorações e técnicas foram se popularizando, surgindo assim novas modalidades.
     Até hoje, o rapel é usado nas forças armadas para resgates, ações táticas e explorações, por ser a forma mais rápida de descer algum obstáculo.
     No Brasil, o rapel apareceu há 15 anos com os primeiros espeleólogos, pessoas que exploram cavidades naturais, tais como a formação das grutas, cavernas, fontes e águas subterrâneas. Somente nos últimos anos ele tem sido visto como esporte.
     Os rapeleiros, como são chamados os praticantes, descem grutas, cachoeiras e até prédios utilizando um material que garante a segurança e o sucesso da descida. Durante o trajeto, é possível realizar algumas manobras na cadeirinha, como balançar e até ficar de cabeça para baixo. 
 


     Equipamentos do Rapel
     Os equipamentos de tem de ter qualidade e apresentarem um bom estado de conservação. Segundo o instrutor de rapel, Saulo Roberto, a qualidade é fundamental. "Você é dependente do equipamento, portanto preste muita atenção se ele é certificado para o esporte e seu estado de conservação é bom".
     As cordas geralmente fabricadas de Poliamida, uma fibra sintética resistente ao atrito.
     Elas são classificadas em dinâmicas e estáticas, as dinâmicas são utilizadas para escaladas e as estáticas para rapel, canyoning, (resgate).
     Os mosquetões são peças feitas de duralumínio, uma liga especial que proporciona grande resistência. A função desse objeto é fazer ancoragens, costuras, prender o escalador a corda, etc.
     Os freios oito são fabricados com o mesmo material dos mosquetões e são a ligação do atleta com a corda. As cadeirinhas que são feitas de nylon resistente com costuras especiais. O anel é de poliamida e é usado para ancoragens, resgate e como fitas guias.
 
Mosquetões e freio oito

 
 
Cordas
 
Fita
 


 
     Onde praticar o Rapel
     O rapel pode ser praticado em qualquer local, desde que ofereça a segurança necessária e, esteja de acordo com o seu nível de habilidade. É fundamental não ultrapassar seus limites e respeitar os da natureza. "Só você sabe quais são os seus limites, respeite-os", dá a dica o instrutor Saulo Roberto.
     A escolha de um bom instrutor, experiente e com conhecimento do local é essencial. É ele quem vai dar todas as coordenadas e ajudar caso algum problema aconteça.
     Por se tratar de um esporte com risco, a checagem dos equipamentos é fundamental. A boa qualidade deles é que vai evitar problemas e resguardar a sua integridade.
 
Rapel inclinado é o ideal para os iniciantes

Rapel em negativo
 
Rapel em cachoeiras tem risco elevado

 
Saída de rapel com local negativo é um dos pontos de maior risco de queda e acidentes ppois gera um pêndulo contra a parede
 
     Quem pode praticar Rapel 
     O mais importante na hora de praticar o rapel é estar atento a todos os itens de segurança. É necessário estar acompanhado de um instrutor que conheça bem o local, utilizar os equipamentos corretos e em bom estado e não desrespeitar a natureza.
     Para o instrutor Saulo Roberto, a idade mais indicada é a partir dos 8 anos de idade. "Por se tratar de um esporte que requer bom senso e atenção, antes dessa idade fica difícil para a criança assimilar as técnicas".
     Cumprindo todos esses quesitos você estará apto a desfrutar dos prazeres do rapel. A técnica em si pode ser aprendida facilmente, e o ideal é que pessoas com problemas de saúde façam um exame médico antes de se arriscar.
 
Com segurança e com instrutores competentes até crianças podem fazer rapel

     Dicas e curiosidades sobre o Rapel
     O rapel antes de ser um esporte surgiu como uma técnica utilizada pelos espeleólogos para procurar cavernas e ter acesso a locais inacessíveis, por volta da segunda metade do século XIX.
    O esporte se praticado de maneira imprudente representa grande perigo aos praticantes. Um instrutor capacitado e que conheça o local, com o auxílio de bons equipamentos diminui muito o risco de qualquer acidente.
    Técnica ou esporte? Existe uma discussão para saber se o rapel é mesmo um esporte ou uma técnica. Os que defendem que se trata de uma prática esportiva alegam que o rapel traz diversão, adrenalina e ainda previne a saúde. Os que são contra alegam que pela técnica ser simples não pode ser considerada como esporte. 
 

domingo, 17 de maio de 2009

nós escoteiros

DIREITO

É o nó usado para emendar cordas com o mesmo diâmetro. Neste nó, quando usadas cordas com diâmetros diferentes, ele se desfaz.
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O nó direito é composto de duas meias - voltas passadas uma pela outra, a segunda sendo feita no sentido inverso ao da primeiro. Os dois chicotes voltam ao lugar paralelamente ao vivo de suas cordas, fazendo o nó parecer perfeitamente simétrico.

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ESCOTA

Este nó serve para unir dois cabos de diâmetros diferentes ou para prender um cabo numa volta ou argola.É o que usamos também para prender a bandeira na adriça.
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FIEL

Este nó é usado para amarrar uma corda sobre um ponto fixo, quando está previsto esforço (tensão) para ambos os lados do nó. Não deve ser usado se apenas uma parte for solicitada, porque assim este nó pode escorregar perigosamente.
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Dar uma primeira volta com o chicote em torno do ponto fixo, passando por baixo do vivo da corda; uma segunda vota por cima da primeira, passando a ponta do chicote sobre si. É preciso apertar este nó para alcançar o resultado adequado.

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CORRER

É um nó simples, feito numa extremidade e abrangendo a outra parte do próprio cabo. Fica, assim, feita uma volta, cuja extensão pode-se fazer varia, correndo o nó num sentido ou no outro. Usa-se-o, comumente, nos estais dos paus da barraca.
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VOLTA REDONDA C/2 COTES

Este nó é bem útil. Serve para amarrar um cabo a um mastro ou verga e também a uma argola ou arganéu apertando-o. O importante é fazer o cabo dar duas voltas em torno do mastro para segurar bem apertado.
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ASELHA

Formado com um nó superior na linha dobrada na curva. É um nó rápido e simples, completamente seguro e sua laçada serve como uma funda, utilizado quando se quer içar um fardo.
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CATAU

O nó catau permite encurtar temporariamente uma corda. Devemos fazer uma alça e deitá-la sobre o vivo da corda. Com o vivo da corda enlaçar a alça grande, passando a ponta por dentro da alcinha formada. Com o chicote da corda, proceder da mesma forma sobre a alça que ficou pendurada.
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Se este nó for ficar em serviço por muito tempo, é preciso esganar as extremidades para impedir que o nó desmanche, se a tensão for aliviada.

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LAIS DE GUIA

É certamente um dos tipos de nó mais úteis. É fácil de ser feito, é muito forte, não corre e não fica apertado sob tensão, sendo possível soltá-lo, se necessário.
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Para fazer o lais de guia faz-se uma alça com o vivo da corda, passa-se a ponta da corda por dentro da alça, e, em seguida, por trás do vivo, voltando por dentro da alça e apertando o lais de guia que se formou.

Se o lais de guia for servir durante muito tempo ou se for feito com um cabo muito escorregadio ou liso, é aconselhável esganar-se o chicote no seio do nó.

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OITO

Este nó é mais volumoso que o nó superior comum e muito mais fácil de ser desfeito, quando não for apertado demasiadamentre. É usado comumente sempre que queira criar uma protuberância numa corda, servindo perfeitamente quando se fizer necessária a fixação de uma corda em seu encaixe. Neste caso, o nó poderá ser empregado se não houver uma estaca ou outro local onde se amarra a corda.

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VOLTA DO SALTEADOR

Nó utilizado para descer de um tronco com um dos cabos e desamarrar o nó com a outra ponta do cabo.

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CADEIRA DE BOMBEIRO

É o nó feito com duas alças amplas, uma para atuar sob os braços e a outra por trás dos joelhos, ficando as pontas  dos cabos livres para os casos de salvamento, sobretudo de certa altura, em casos de incêndio.   O nó é reforçado por dois cotes laterais, para firmá-lo bem.

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FATEIXA

É o nó que se faz para firmar um cabo em uma barra, num arganéu, para amarrações firmes, ou para prender  a fateixa, que é âncora pequena   como argola. O nó consiste em uma volta redonda com cotes, passando   o primeiro por uma volta, para não apertar.

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ARNEZ

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FIEL DUPLO

É usado em lugar da simples volta de fiel e para amarrar cabos de retenção e espias.

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BALSO PELO SEIO

É o nó dado em cabos   dobrados, de modo que fiquem duas alças   firmes, usado em casos de salvamento,   ficando as pontas do cabo livres para o trabalho de descer e guiar o paciente.

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FORCA

Arme a laçada conforme o esquema, deixando a ponta de trabalho com tamanho suficiente para executar as voltas.    Realize finalmente e, ao fazer a última volta, introduza a ponta de trabalho na laçada superior do nó.  Em seguida puxe a laçada inferior pelo lado correspondente à ponta de trabalho para apertá-la e conservar as voltas seguras. O laço é regulado movimentando-se o lado da corda correspondente à sua parte fixa.

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MORINGA

Um nó especial para amarrar nos gargalos de garrafas ou jarros, de grande utilidade. É seguro e resistente. Para executá-lo, acompanhe os diagramas com atenção, pois embora pareça um pouco complicado, na verdade é muito simples.
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Faça uma laçada com dois meios nós e em seguida puxe a duas partes interiores, cruzando-as. Sem deixar que as posições se modifiquem, puxe a parte inferior da laçada, passando-a pela direção da seta. Ao se executar o movimento anterior, duas outras laçadas se formarão na frente e atrás da laçada central. Vire estas duas laçadas para baixo. Introduza o gargalo do jarro ou garrafas no interior do nó e puxe as duas pontas e a laçada, ajustando-o corretamente.

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PESCADOR

Como o nome o indica, é o nó usado pelos pescadores para emendar suas linhas ou redes de pesca. Deve ser usado para unir cabos finos ou barbantes, pois é muito seguro. Serve também para unir dois cabos molhados ou escorregadios. Para fazê-lo, junte os dois cabos, lado a lado, com as extremidades em direções opostas. Dê um nó simples em uma extremidade, apanhando o corpo do outro cabo; abandone esse pedaço e faça trabalho idêntico do outro lado. Depois, puxe as partes fixas dos cabos, fazendo os nós se aproximarem e se adaptarem bem, um ao outro. Se isso não acontecer, você deve ter errado ao dar a volta de um dos nós. Observe maiores detalhes na figura.

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ENFARDADOR

Nó utilizado para esticar um cabo. Prende um cabo a um estai (Ribeira) e em seguida, no outro estai, faz-se um S na corda  colocando a ponta do S virado para o lado onde foi feito a Ribeira, fazendo-o um cote, do outro lado, ficará com uma alça.    Pegue a ponta da corda e de uma volta   sobre a árvore, esticando-a e volte pela árvore dando no cabo vários cotes.

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NÓ DE FRADE

Nó utilizado para criar um tensor na corda, servindo para parar uma roldana, ou como   escada ou até mesmo em transmissão de morse.

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VOLTA DA RIBEIRA

É usado para prender um cabo num mastro, viga ou árvore e também para arrastar troncos ou peças pesadas. Quanto mais se pucha o cabo, mais ele aperta e segura. Observe, na figura, que a extremidade do cabo dá uma volta ( passando pelo cabo ) e é enrolada sobre ela mesma.

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VOLTA DO BARRIL

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CARRICK

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VOLTA DO FIADOR

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LAÇADA CORREDIÇA

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FALCASSA NO CABO

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