Prometo fazer o melhor possivel
obedecer a lei do lobinho
e fazer todosos dias uma boa ação.
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Como limpar seu cantil
Para afastar microorganismos indesejáveis de seu cantil, seja ele de modelo mais tradicional ou um moderno cantil flexível, é fundamental ter cuidado com a limpeza e manutenção deste equipamento, um dos mais úteis e utilizados acessórios para atividades ao ar livre. Uma primeira regra é básica: após qualquer atividade, sempre limpe seu cantil, não o guarde com resto de água ou molhado.
A Trilhas & Rumos possui vários modelos de cantis em sua linha de produtos, desde o tradicional Cantil Camelo, até o mais moderno Cantil Hidrat, cantil flexível que se adapta a vários modelos de mochila da linha crampon. seja qual for o modelo, sugerimos que sua limpeza nunca seja feita com detergente, sabão ou qualquer outro produto do gênero, pois além de deixar gosto no material, pode diminuir seu tempo de vida útil.
Recomendamos o uso apenas de água e de escova, sempre lembrando de limpar com mais atenção a boca ou rosca da abertura. Para os modelos de cantis mais tradicionais, estilo camelo ou de garrafa (squeeze), pode ser utilizada uma escova de limpar mamadeira de bebê para a limpeza interna. É indicado, também, utilizar um pouco de água sanitária diluída, lavando bem em água corrente após este procedimento, ou usar uma pastilha de clorin 1 diluída em um litro de água ou, ainda, hydrosteril, na proporção recomendada pelo fabricante.
Para a higiene do tubo do cantil hidrat, especificamente, parte de mais difícil limpeza, primeiro proceda da mesma forma como descrita acima. depois, use um barbante com um chumaço de algodão amarrado em uma das pontas. Procure passar o barbante pelo tubo amarrando algum item pequeno, mas que tenha peso na ponta, ou deixe a água correr pelo tubo carregando o fio. Efetue a limpeza passando o barbante com o chumaço de algodão por dentro do tubo.
Para secar seu cantil, coloque-o de cabeça para baixo num escorredor (se for de garrafa e você estiver em casa) ou pendurado à sombra e em local ventilado, com a tampa aberta. Se o seu cantil for o hidrat, procure descolar as duas faces de vez em quando. Lembramos que o cantil hidrat é recomendado apenas para uso com água e não para outros tipos de bebida.
Algumas dicas podem ser úteis para o caso de emergências. Se você colocou uma bebida diferente em seu cantil (nunca no cantil hidrat) e o gosto ficou impregnado, lave-o com água quente e sal. Se você está acampando por vários dias e não está com uma escova para fazer a limpeza adequada de seu cantil, você pode usar arroz! Isso mesmo, pode ser um paliativo para limpar qualquer tipo de cantil ou garrafa térmica. Basta colocar uma colher grande de arroz cru dentro do cantil, um pouco de água (só para umedecer) e agitar bem, de forma que ele percorra toda a superfície interna. Depois enxágüe com muita água corrente. Neste caso, só não use água quente porque senão vai virar uma papa...
A Trilhas & Rumos possui vários modelos de cantis em sua linha de produtos, desde o tradicional Cantil Camelo, até o mais moderno Cantil Hidrat, cantil flexível que se adapta a vários modelos de mochila da linha crampon. seja qual for o modelo, sugerimos que sua limpeza nunca seja feita com detergente, sabão ou qualquer outro produto do gênero, pois além de deixar gosto no material, pode diminuir seu tempo de vida útil.
Recomendamos o uso apenas de água e de escova, sempre lembrando de limpar com mais atenção a boca ou rosca da abertura. Para os modelos de cantis mais tradicionais, estilo camelo ou de garrafa (squeeze), pode ser utilizada uma escova de limpar mamadeira de bebê para a limpeza interna. É indicado, também, utilizar um pouco de água sanitária diluída, lavando bem em água corrente após este procedimento, ou usar uma pastilha de clorin 1 diluída em um litro de água ou, ainda, hydrosteril, na proporção recomendada pelo fabricante.
Para a higiene do tubo do cantil hidrat, especificamente, parte de mais difícil limpeza, primeiro proceda da mesma forma como descrita acima. depois, use um barbante com um chumaço de algodão amarrado em uma das pontas. Procure passar o barbante pelo tubo amarrando algum item pequeno, mas que tenha peso na ponta, ou deixe a água correr pelo tubo carregando o fio. Efetue a limpeza passando o barbante com o chumaço de algodão por dentro do tubo.
Para secar seu cantil, coloque-o de cabeça para baixo num escorredor (se for de garrafa e você estiver em casa) ou pendurado à sombra e em local ventilado, com a tampa aberta. Se o seu cantil for o hidrat, procure descolar as duas faces de vez em quando. Lembramos que o cantil hidrat é recomendado apenas para uso com água e não para outros tipos de bebida.
Algumas dicas podem ser úteis para o caso de emergências. Se você colocou uma bebida diferente em seu cantil (nunca no cantil hidrat) e o gosto ficou impregnado, lave-o com água quente e sal. Se você está acampando por vários dias e não está com uma escova para fazer a limpeza adequada de seu cantil, você pode usar arroz! Isso mesmo, pode ser um paliativo para limpar qualquer tipo de cantil ou garrafa térmica. Basta colocar uma colher grande de arroz cru dentro do cantil, um pouco de água (só para umedecer) e agitar bem, de forma que ele percorra toda a superfície interna. Depois enxágüe com muita água corrente. Neste caso, só não use água quente porque senão vai virar uma papa...
sábado, 19 de dezembro de 2009
19/12/09
Hoje foi um dia muito importante para o grupo,foi feita a promessa escoteira do Escoteiro Marcos Vinícius e do Escoteiro Leonardo na AABB,e também o Escoteiro Marcos Vinícius recebeu a estrela de boa atividade (um ano de atividade).
Passamos o dia inteiro nadando.No final fizemos o arriamento da bandeira e encerramos as reuniões do ano com a Cadeia da Fraternidade.
Passamos o dia inteiro nadando.No final fizemos o arriamento da bandeira e encerramos as reuniões do ano com a Cadeia da Fraternidade.
terça-feira, 22 de setembro de 2009
19/09/09
Nessa reunião o chefe Paul não esteve presente porque ele fez uma cirurgia.
A reunião foi no Parque Ecológico,eu cheguei lá só estava o escoteiro Leonardo.Esperamos o lobinho Davi mas ele não chegou,seguimos pela trilha do Parque Ecológico e achamos dois cachorrinhos filhotes que provavelmente os abandonaram,levamos eles conosco e voltamos para entrada.
Vimos que ia chover e montamos um abrigo natural,mas o escoteiro Marcos Viníucius esbarrou e derrubouo telhado,mas rapidamente fizemos um telhado em uma árvore .
Depois fomos todos embora e levamos os cachorrinhos para a adoção.
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
25/07/09
Vou contar a atividade do dia 25/07/09.
Asteamos a bandeira e hoje não saimos da sede porque o tempo não estava nada bom .Primeiro o chefe nos deu instruções como lhe dar com pessoas com deficiencia .O chefe falou para entrarmos dentro da sede , ele nos mostrou um livro sobre acampamento ,no livro tinha muitas pioneirias e aprendemos muitas coisas. E começamos os jogos todos machucaram , mas foi legal. Começou a chover o chefe foi lá fora e arreou a bandeira ,as bandeiras ficaram muito molhadas.E fomos para casa.
Essa foi a atividade do dia 25/07/09.
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
18/07/09
Vou contar da atividade do dia 18/07/09.
Chegamos na sede ,esta semana não contamos com a presença do lobinho Davi ,ele foi viajar para Santos .Asteamos as bandeiras e fomos a caminho do lago dos Palomos ,no caminho encontramos o primo do escoteiro Marcos Vinícius ,o Edizinho (Edi),continuamos o caminho ,chegamos lá fomos para um lugar pertinho das águas do rio ,fingimos aquele lugar ser a ilha de Browsea (onde aconteceu o primeiro acampamento escoteiro do mundo ) ,o chefe estava nos ensinando salvamento ,ele nos ensinou os nós : Lais de Guia e a Volta Redonda com Dois Cotes .Nós amarramos um graveto no cabo usando a volta do Fiel, fizemos o Lais de Guia e treinamos lançamento . Voltamos para a sede arreamos a bandeira e voltamos para a casa.
Essa foi a atividade do dia 18/07/09.
Chegamos na sede ,esta semana não contamos com a presença do lobinho Davi ,ele foi viajar para Santos .Asteamos as bandeiras e fomos a caminho do lago dos Palomos ,no caminho encontramos o primo do escoteiro Marcos Vinícius ,o Edizinho (Edi),continuamos o caminho ,chegamos lá fomos para um lugar pertinho das águas do rio ,fingimos aquele lugar ser a ilha de Browsea (onde aconteceu o primeiro acampamento escoteiro do mundo ) ,o chefe estava nos ensinando salvamento ,ele nos ensinou os nós : Lais de Guia e a Volta Redonda com Dois Cotes .Nós amarramos um graveto no cabo usando a volta do Fiel, fizemos o Lais de Guia e treinamos lançamento . Voltamos para a sede arreamos a bandeira e voltamos para a casa.
Essa foi a atividade do dia 18/07/09.
terça-feira, 14 de julho de 2009
Qual a mochila ideal?
A escolha da mochila certa exige atenção. A mochila ideal é aquela que mais se encaixa às suas atividades e estrutura física. Conhecer bem as regulagens e saber arrumá-las da melhor forma são detalhes que aumentam a harmonia de seu relacionamento com o equipamento e lhe permite desfrutar das facilidades oferecidas. A variedade de modelos, cores, tamanhos e preços pode confundir. Preste atenção aos seguintes itens:
Teste de Resistência
Teste bastante a sua mochila, vire ao avesso e puxe com força no lugar das costuras.
Teste também a resistência e a regulagem das alças de ombro e de barriga.
Tamanho Ideal
O tamanho de uma mochila é determinado pela sua capacidade em litros. Isso sempre soa muito abstrato para quem está pouco familiarizado com o assunto e pode não significar absolutamente nada para quem está comprando sua primeira mochila. As pequenas em geral têm capacidade para 25 a 40 litros. A capacidade das médias varia de 45 a 60 e as grandes, também chamadas de cargueiras podem carregar de 60 a 90 litros. Pense primeiro em que atividade você vai estar realizando com a mochila. Existem mochilas especiais para bike, montanhismo ou caminhadas. Se você precisa de uma mochila polivalente, é melhor optar por uma média com bons recursos de regulagem. É preciso manter a carga bem firme mesmo quando a mochila não estiver totalmente cheia. Também é bom ter opções para atar isolantes e outros acessórios à estrutura externa da mochila. Tenha sempre em mente que encher demais uma mochila pode comprometer sua durabilidade.
Material
Deve ser resistente, maleável e impermeável. As opções são várias. Os tecidos mais conhecidos devido a sua maior durabilidade são a Cordura (feita pela Duppont) e o Supertex (da Ferrino). Existe também o tecido Ripstop, que pode ser combinado a qualquer uma das marcas acima citadas para dificultar rasgos contínuos.
Vista a mochila antes de comprar
No caso da mochila ele é fundamental. Nunca saia da loja antes de vestir a nova mochila. Veja se ela se ajusta bem ao seu corpo, coloque algum peso para testar a acomodação, e verifique as fivelas de ombro e barriga. Proporcionar transporte de carga em harmonia com a constituição física humana é a principal função da mochila. Na hora de escolher a sua, preste muita atenção em como ela se ajusta às costas e aos quadris. Existem mochilas feitas especialmente para as mulheres, com alças curvas e barrigueira confortável. Verifique se a curvatura das alças não está incomodando na altura dos seios. Depois de algumas horas de caminhada, alças inadequadas podem machucá-los.
Disposição dos Compartimentos
O ideal é escolher uma mochila de 6 compartimentos: 4 laterais, um de fundo e um no topo. Cuidado, não se iluda, muitos compartimentos podem atrapalhar e gastam espaços que poderiam ser melhor aproveitados.
O que levar?
Verifique a listagem de equipamentos.
O que NÃO levar?
Embalagens de vidro, quadradas ou muito rígidas. Também troque as jaquetas e demais peças gigantescas por outras mais leves, de menor volume, e nada de levar uma roupa inédita para cada dia, isso só toma espaço na mochila.
Aproveite o máximo de espaço
Tudo deve ser pequeno, maleável e na menos quantidade possível, principalmente nos itens de higiene pessoal. Tente levar produtos no tamanho "amostra grátis", sempre dentro de sacos plásticos. Retire o rolo do papel higiênico e leve só o papel.
Uma boa arrumação é fundamental
A maneira correta de colocar as roupas é dobrando-as, nunca enrrolando ou embolando. Lá no fundo devem ir as peças de maior volume e com menor chance de serem utilizadas, como jaqueta e um agasalho extra. Em seguida é a vez das blusas, calça de moleton, toalha, camiseta, bermudas e roupas íntimas (embaladas num saquinho).
A parte externa da mochila
No compartimento superior vai a comida e o kit de primeiros socorros, fáceis de serem acessados. O compartimento de fundo é o lugar para o calçado extra e nos bolsos laterais ficam o cantil, capa de chuva, papel higiênico, filmes e demais acessórios. As presilhas externas servem para pendurar a panela, a lanterna e os sacos de lixo. Prenda também o saco de dormir, o isolante térmico e a barraca da maneira mais confortável para se carregar
sábado, 13 de junho de 2009
13/06/09
Vou contar da atividade do dia 13/06/09.
Chegamos na sede ,hasteamos a bandeira e saímos da sede , fomos a caminho do monte Rivello , lá nós encontramos dois cachorros grandes a lobinha Daniela ficou com medo e preferiu ficar la em baixo continuamos andando em uma trilha é muito bonita a vista de lá da para ver Ouro Fino inteira , voltamos por onde viemos encontramos a lobinha Daniela e fomos lanchar.Logo depois recebemos instruções de nós aprendemos os nós :direito,volta da fiel e nó de correr,continuamos o caminho para a sede chegamos arreamos a bandeira e fomos embora para casa.
Essa foi atividade do dia 13/06/09
Escoteiro Leonardo
Ribeirão Ouro Fino
GE Órion
Escoteiro Marcos Vinícius

Vista de Ouro Fino
terça-feira, 9 de junho de 2009
Lei de Murphy nos acampamentos
1. A distância até um determinado ponto permanece constante à medida que se aproxima o pôr do sol.
2. A quantidade de mosquitos num determinado ponto é inversamente proporcional à quantidade de repelente que temos.
3. A quantidade de casos de diarréia aumenta quanto mais tempo demoramos para fazer a latrina.
4. A temperatura ambiente é sempre inversamente proporcional à quantidade de agasalhos que trazemos.
5. A quantidade de estacas que temos é sempre igual a N-1, onde N é o número necessário para segurar a tenda.
6. O botijão de gás está sempre cheio quando pegamos nele em casa, e misteriosamente esvazia quando chegamos ao acampamento.
7. Os fósforos têm a misteriosa capacidade de se molharem sem estar próximos da água.
8. Chove sempre do lado da tenda onde dormiremos
9. O papel higiênico sempre acaba quando você decide que é hora de ir ao banheiro.
10. Sente-se vontade de tomar uma ducha cinco minutos após iniciar qualquer caminhada.
11. Nas caminhadas, todos os galhos de arbustos estão sempre à altura do teu rosto ou abaixo do teu cinto.
12. O peso da tua mochila não permanece constante durante a caminhada.
13. Geralmente, a roupa à prova de água ou equipamento, não é!
14. Geralmente só se encontra pessoas do sexo oposto quando mal acaba de sair do banheiro, depois de um violento ataque de diarréia que te deixou verde...
15. O sol põe-se três vezes mais rápido que o normal quando esta montando sua barraca...
16. O sol põe-se três vezes mais rápido do que o normal quando você ainda não preparou nada para comer...
17. Se você trabalha, acrescente sempre um dia extra ao teu pedido de férias para um acampamento, porque, quando volta, estás tão estourado que é impossível pensar em qualquer outra coisa senão a cama, sopa e vitaminas...
18. Um atalho é sempre a distância mais longa entre dois pontos.
19. Só sabe a profundidade da poça quem cai nela.
20. Quanto mais cuidadosamente planejar um acampamento, maior será a sua confusão mental quando algo der errado.
21. Não importa para onde é a tua caminhada; é sempre encosta acima e contra o vento.
22. Toda a partícula que voa encontra sempre um olho.
23. Terá a certeza que é um mau dia quando: o sol nasce no oeste; saia da tenda e os teus sapatos estão molhados; o passarinho cantando lá fora é um urubu.
24. Na tenda, quem ronca é sempre o primeiro a adormecer.
25. Mais vale um pássaro na mão do que um voando sobre a tua cabeça.
26. O material do acampamento é danificado na proporção direta do seu valor.
27. Se conseguir manter a cabeça fria enquanto à tua volta todos perdem a deles, provavelmente é porque você não entendeu a gravidade da situação.
28. Os primeiros 90% da montagem de um acampamento demoram 90% do tempo para a sua execução. Os restantes 10% demoram outros 90%.
29. Se um acampamento parece que está tudo bem, é óbvio que você esqueceu de algo.
30. Se perceberes que há quatro maneiras de uma coisa dar errado, e conseguires evitar essas quatro, uma quinta maneira surgirá do nada.
31. Sempre que decides fazer algo, há sempre outra coisa para fazer antes.
32. A natureza está sempre a favor da falha.
33. Durante uma caminhada, há sempre uma pedrinha procurando abrigo dentro da tua bota.
34. A probabilidade de se esquecer do impermeável é diretamente proporcional à probabilidade de chover inesperadamente.
35. Se o arroz do almoço não queimou no fundo da panela, não batas palmas! O jantar será cozinhado sem sal.
36. A robustez das amarrações de uma mesa é inversamente proporcional ao peso de quem nela se irá sentar.
37. A maneira mais rápida de se encontrar uma estaca perdida à volta da tenda, é começar a procurar outra coisa qualquer.
38. Quanto mais pequeno é o objeto que deixaste cair no mato de noite, menor é a carga das pilhas da tua lanterna.
39. Num acampamento há quatro tipos de pessoas: as que se sentam e não fazem nada; as que falam em ficar sentadas sem fazer nada; as que fazem coisas; e as que falam de fazer coisas.
40. Dentro do saco de uma tenda há sempre pelo menos um objeto que não lhe pertence.
41. Uma tenda com N peças que seja levada para um acampamento, regressará sempre com N-X+Y peças, sendo X e Y sempre superiores a uma unidade, e representando respectivamente peças que lhe pertencem e peças que não lhe pertencem.
42. Uma panela só tomba quando está cheia de comida.
43. Uma panela quente tem exatamente o mesmo aspecto que uma panela fria.
44. Se uma carta topográfica tiver manchas que o tornem ilegível, será precisamente nos locais onde mais precisas.
45. A probabilidade de o fecho da tenda se estragar é tanto maior quantos mais insetos rastejantes e outros animais houver por perto.
46. O número de fósforos que gastarás para acender uma fogueira é diretamente proporcional ao número de pessoas que te estão a observar.
47. Num acampamento, basta tomar banho para perder peso.
48. Independentemente do lado para onde sobra o vento, a fumaça da fogueira vai sempre para o teu lado.
49. Quando é preciso, o canivete é sempre o objeto mais difícil de encontrar.
A informação mais importante de qualquer carta topográfica está sempre na dobra; e esta está rasgada.
50. Quando o celular estiver prestes a desempenhar um papel útil numa situação de emergência, das três uma: ou não tem rede; ou não tem bateria; ou não tem crédito.
51. A tua mochila é sempre mais pesada que qualquer outra.
52. Numa encruzilhada, o caminho a seguir está sempre na direção que sobe.
53. A possibilidade de nos perdermos é diretamente proporcional ao número de vezes que a pessoa a quem se pediu indicações disse "não tem nada que enganar".
54. Quando a necessidade aperta, qualquer objeto que esteja por perto pode ser transformado num martelo.
55. O tecido impermeável não o é. Embora seja 100% eficiente em não deixar passar a transpiração.
56. A temperatura do ar é diretamente proporcional à quantidade de roupa que levas para o acampamento.
57. A pedrinha dentro da bota desloca-se sempre para a zona de maior pressão, onde provocará maior dor.
58. Há sempre uma pedra escondida debaixo de terra no local exato onde tens de espetar uma estaca.
59. Para alguns "campistas" , "hora do silêncio" é o sinal para começar a festa.
60. O tamanho do corte é sempre maior que o maior dos pensos rápidos na mala de primeiros socorros.
61. A força do vento (e chuva) é inversamente proporcional ao número de braços em esforço na montagem da tenda.
62. Quando mais necessária for uma fogueira, mais difícil será acendê-la.
63. Sorria! Amanhã será pior.
2. A quantidade de mosquitos num determinado ponto é inversamente proporcional à quantidade de repelente que temos.
3. A quantidade de casos de diarréia aumenta quanto mais tempo demoramos para fazer a latrina.
4. A temperatura ambiente é sempre inversamente proporcional à quantidade de agasalhos que trazemos.
5. A quantidade de estacas que temos é sempre igual a N-1, onde N é o número necessário para segurar a tenda.
6. O botijão de gás está sempre cheio quando pegamos nele em casa, e misteriosamente esvazia quando chegamos ao acampamento.
7. Os fósforos têm a misteriosa capacidade de se molharem sem estar próximos da água.
8. Chove sempre do lado da tenda onde dormiremos
9. O papel higiênico sempre acaba quando você decide que é hora de ir ao banheiro.
10. Sente-se vontade de tomar uma ducha cinco minutos após iniciar qualquer caminhada.
11. Nas caminhadas, todos os galhos de arbustos estão sempre à altura do teu rosto ou abaixo do teu cinto.
12. O peso da tua mochila não permanece constante durante a caminhada.
13. Geralmente, a roupa à prova de água ou equipamento, não é!
14. Geralmente só se encontra pessoas do sexo oposto quando mal acaba de sair do banheiro, depois de um violento ataque de diarréia que te deixou verde...
15. O sol põe-se três vezes mais rápido que o normal quando esta montando sua barraca...
16. O sol põe-se três vezes mais rápido do que o normal quando você ainda não preparou nada para comer...
17. Se você trabalha, acrescente sempre um dia extra ao teu pedido de férias para um acampamento, porque, quando volta, estás tão estourado que é impossível pensar em qualquer outra coisa senão a cama, sopa e vitaminas...
18. Um atalho é sempre a distância mais longa entre dois pontos.
19. Só sabe a profundidade da poça quem cai nela.
20. Quanto mais cuidadosamente planejar um acampamento, maior será a sua confusão mental quando algo der errado.
21. Não importa para onde é a tua caminhada; é sempre encosta acima e contra o vento.
22. Toda a partícula que voa encontra sempre um olho.
23. Terá a certeza que é um mau dia quando: o sol nasce no oeste; saia da tenda e os teus sapatos estão molhados; o passarinho cantando lá fora é um urubu.
24. Na tenda, quem ronca é sempre o primeiro a adormecer.
25. Mais vale um pássaro na mão do que um voando sobre a tua cabeça.
26. O material do acampamento é danificado na proporção direta do seu valor.
27. Se conseguir manter a cabeça fria enquanto à tua volta todos perdem a deles, provavelmente é porque você não entendeu a gravidade da situação.
28. Os primeiros 90% da montagem de um acampamento demoram 90% do tempo para a sua execução. Os restantes 10% demoram outros 90%.
29. Se um acampamento parece que está tudo bem, é óbvio que você esqueceu de algo.
30. Se perceberes que há quatro maneiras de uma coisa dar errado, e conseguires evitar essas quatro, uma quinta maneira surgirá do nada.
31. Sempre que decides fazer algo, há sempre outra coisa para fazer antes.
32. A natureza está sempre a favor da falha.
33. Durante uma caminhada, há sempre uma pedrinha procurando abrigo dentro da tua bota.
34. A probabilidade de se esquecer do impermeável é diretamente proporcional à probabilidade de chover inesperadamente.
35. Se o arroz do almoço não queimou no fundo da panela, não batas palmas! O jantar será cozinhado sem sal.
36. A robustez das amarrações de uma mesa é inversamente proporcional ao peso de quem nela se irá sentar.
37. A maneira mais rápida de se encontrar uma estaca perdida à volta da tenda, é começar a procurar outra coisa qualquer.
38. Quanto mais pequeno é o objeto que deixaste cair no mato de noite, menor é a carga das pilhas da tua lanterna.
39. Num acampamento há quatro tipos de pessoas: as que se sentam e não fazem nada; as que falam em ficar sentadas sem fazer nada; as que fazem coisas; e as que falam de fazer coisas.
40. Dentro do saco de uma tenda há sempre pelo menos um objeto que não lhe pertence.
41. Uma tenda com N peças que seja levada para um acampamento, regressará sempre com N-X+Y peças, sendo X e Y sempre superiores a uma unidade, e representando respectivamente peças que lhe pertencem e peças que não lhe pertencem.
42. Uma panela só tomba quando está cheia de comida.
43. Uma panela quente tem exatamente o mesmo aspecto que uma panela fria.
44. Se uma carta topográfica tiver manchas que o tornem ilegível, será precisamente nos locais onde mais precisas.
45. A probabilidade de o fecho da tenda se estragar é tanto maior quantos mais insetos rastejantes e outros animais houver por perto.
46. O número de fósforos que gastarás para acender uma fogueira é diretamente proporcional ao número de pessoas que te estão a observar.
47. Num acampamento, basta tomar banho para perder peso.
48. Independentemente do lado para onde sobra o vento, a fumaça da fogueira vai sempre para o teu lado.
49. Quando é preciso, o canivete é sempre o objeto mais difícil de encontrar.
A informação mais importante de qualquer carta topográfica está sempre na dobra; e esta está rasgada.
50. Quando o celular estiver prestes a desempenhar um papel útil numa situação de emergência, das três uma: ou não tem rede; ou não tem bateria; ou não tem crédito.
51. A tua mochila é sempre mais pesada que qualquer outra.
52. Numa encruzilhada, o caminho a seguir está sempre na direção que sobe.
53. A possibilidade de nos perdermos é diretamente proporcional ao número de vezes que a pessoa a quem se pediu indicações disse "não tem nada que enganar".
54. Quando a necessidade aperta, qualquer objeto que esteja por perto pode ser transformado num martelo.
55. O tecido impermeável não o é. Embora seja 100% eficiente em não deixar passar a transpiração.
56. A temperatura do ar é diretamente proporcional à quantidade de roupa que levas para o acampamento.
57. A pedrinha dentro da bota desloca-se sempre para a zona de maior pressão, onde provocará maior dor.
58. Há sempre uma pedra escondida debaixo de terra no local exato onde tens de espetar uma estaca.
59. Para alguns "campistas" , "hora do silêncio" é o sinal para começar a festa.
60. O tamanho do corte é sempre maior que o maior dos pensos rápidos na mala de primeiros socorros.
61. A força do vento (e chuva) é inversamente proporcional ao número de braços em esforço na montagem da tenda.
62. Quando mais necessária for uma fogueira, mais difícil será acendê-la.
63. Sorria! Amanhã será pior.
Barracas e abrigos
Barracas
Há vários modelos, formas e tamanhos de barracas, desde a canadense, usada para camping ou iglu, usada em deslocamentos. Os tamanhos são baseados de acordo com a quantidade de pessoas que podem dormir: 2, 3, 4, 6.. Uma boa barraca deve ser leve, resistente, bem vedada contra água e insetos, deve poder nos isolar razoavelmente da temperatura externa e ter a alternativa de ser bem arejada.
Barraca Iglu: Em forma de domo, confeccionada com tecidos sintéticos como nylon, é atualmente a mais utilizada. Fabricada em diversos tamanhos que permitem inclusive que se fique em pé no seu interior. Bastante leves, pois são estruturadas por varetas de fibra ou alumínio, são fáceis de armar. Deve-se dar preferência as que possuem teto duplo com a parte superior em tecido reflexivo na cor prateada para diminuir a absorção do calor na exposição a luz solar.
Barraca Canadense: No formato de um V invertido é a mais apropriada para utilizar em regiões quentes, pois possui a parte interior, a barraca propriamente dita, com telas que permitem a entrada de ar e o sobreteto que se pode regular para maior ou menor entrada de vento. Uma das melhores qualidades é que encontra-se muitos modelos em que se pode permanecer em pé. A estrutura usa ferragens que são um pouco pesadas mas é muito fácil de armar. Os fabricantes estão aperfeiçoando as ferragens utilizando materiais mais leves. São fabricadas atualmente em nylon ou plástico revestido com algodão.
Espeques ou Estacas: serão cravados no solo de modo a construírem uma boa ancoragem; o ângulo do material a ser cravado no solo e de 45 graus em relação ao terreno.
Piso da Barraca: é necessária uma boa impermeabilização. A irradiação do calor terrestre traz sempre umidade pela evaporação. As paredes da barraca devem estar ajustáveis ao solo, para que não haja corrente de ar e não entrem pequenos animais(alguns perigosos).
Como armar sua barraca:
BARLAVENTO - é o lugar onde sopra o vento.SOTAVENTO - é o lugar para onde vai o vento.
A barraca deve ter a porta de entrada voltada para o sotavento, para evitar maiores prejuízos. Pode-se verificar com facilidade a direção do vento: movimento da copa das árvores, soltando no ar: folhas, pedaços de papel, um pouco de pó, umedecendo o dedo e notando de que lado ele esfria mais depressa. A insolação da barraca é indispensável, assim como seu arejamento. Antes de erguer a barraca, limpe o terreno, removendo quaisquer pedras e nivelando lombadas na superfície. Então estenda a barraca com a entrada a sotavento da brisa. Fixe os cantos imediatamente. Finque as estacas firmemente, mas não tanto para vergá-las. Se o solo for muito rochoso ou duro para usar as estacas, amarre os estirantes da barraca em pedras grandes. Deve haver uma camada isolante de ar entre a barraca e o sobreteto. Não deixe que eles se encostem, senão condensação pode se formar no interior da barraca, resultando em poças d'água no perímetro do chão. Procure manter o piso da barraca sempre limpo e seco. Antes de montar, abra um pedaço grande de plástico, que ficará sob a barraca. Quando a barraca estiver montada sobre o pedaço de plástico, dobre as abas que sobraram para baixo. Isso ajudará manter tudo seco. Senão o plástico se transformará em canais de água, trazendo a chuva para dentro.
Permitindo o arejamento da barraca:
Deve estar colocada de modo a receber os raios solares, de preferência pela manhã, ou pelo menos durante seis ou oito horas. Por outro lado, sua fixação deve possibilitar o levantamento das abas ou extremidades durante o dia, para que o movimento do ar retire a umidade decorrente da evaporação do solo. Não estando chuvoso o tempo, todo material existente no interior da barraca deve ser inteiramente exposto ao sol.
Escolhendo o Local
Não se deve armar barracas em terrenos em declives fortes (grandes inclinações), cabeça de morro ou crista de serra, em solo úmido e argiloso, em que possa formar poças de lama, ou em terreno perigoso em que a irregularidade de fincar estacas e espeques acabe prejudicando o trabalho de instalação. Os terrenos arenosos exigem cuidados especiais na fixação dos espeques ou estacas para maior segurança da barraca.
Enchentes
Evite acampar em terrenos baixos, ou em baixadas entre morros. Águas de enchente são um perigo em áreas montanhosas, onde uma tempestade pode transformar um córrego tranqüilo numa enxurrada, em horas. Mesmo no ambiente mais seco, nunca arme acampamento diretamente em um leito de rio - você pode ser vítima de uma enchente-surpresa.
Curva do rio
Evite armar sua barraca perto da curva interna de um rio: o terreno ali, geralmente, é mais baixo que o da curva externa, sendo vulnerável a alagamentos. Bancos de cascalho se acumulam nas curvas internas, onde a água corre lentamente, e também contribuem para as inundações. Erga-a em um local plano e desmatado, que seja abrigado e bem drenado. Em tempo molhado, evite alagamentos: cave um canal circundando a base de sua barraca que escoa para baixo.
Dicas:
Antes de sair para o acampamento, arrume um lugar para erguer a sua barraca e garantir que ela esteja em ordem. Você deve ser capaz de armá-la rapidamente em uma nevasca ou ventania. Aprenda a fazer as coisas depressa, fincando tudo antes de inserir as varetas e ajustar os tirantes. Antes de erguer a barraca, limpe o terreno, removendo quaisquer pedras e nivelando lombadas na superfície. Então estenda a barraca com a entrada a sotavento da brisa. Fixe os cantos imediatamente. Finque as estacas firmemente, mas não tanto para vergá-las. Se o solo for muito rochoso ou dura para usar as estacas, amarre os tirantes da barraca em pedras grandes. Deve haver uma camada isolante de ar entre a barraca e o sobreteto. Não deixe que eles se encostem, senão condensação pode se formar no interior da barraca, resultando em poças d'água no perímetro do chão. Procure manter o piso da barraca sempre limpo e seco. Antes de montar, abra um pedaço grande de plástico, que ficará sob a barraca. Quando a barraca estiver montada sobre o pedaço de plástico, dobre as abas que sobraram para baixo. Isso ajudará manter tudo seco. Senão o plástico se transformará em canais de água, trazendo a chuva para dentro.
Dentro da barraca
Organize a barraca para poder alcançar o maior número possível de coisas de dentro do seu saco de dormir. Só desempacote itens à medida que for usando-os. e guarde novamente quando tiver terminado. A cabeça de quem dorme aponta para a porta, a fim de facilitar uma saída de emergência. As botas devem ficar no fundo da barraca (ou dentro do saco de dormir, para evitar que congelem em temperaturas abaixo de zero). Coloque as roupas na área central (as paredes laterais podem ter a condensação que se acumula). As roupas ou itens impermeáveis podem ficar nos cantos, uma vez que são menos afetados por poças de condensação.
Desarmando a barraca:
Antes de desarmar sua barraca, retire todo o material de seu interior e limpe-a completamente. Após desmontada, embale-a corretamente. Antes de guardá-la em casa, é necessários verificar se ela está totalmente seca e limpa. Caso seja necessário, limpe-a e coloque em lugar arejado para secar. Limpe os espeques e guarde-os junto com a barraca, tomando cuido para não rasgá-la. Com esses pequenos cuidados sua barraca sempre estará em ordem quando dela precisar. Abrigos A construção de um abrigo tem inúmeras finalidades, entre elas proteger-nos do frio, do sol ou da chuva, do vento, dos mosquitos e outros insetos. São variados os tipos de abrigos que podemos improvisar na mata, por isso, antes de decidir-se por qualquer um deles, é preciso que você tenha muito claro na sua mente se visa apenas abrigar-se por algumas horas ou se o lugar será utilizado para uma estada mais prolongada.
Os cuidados com a escolha do local:
Em lugares montanhosos, evite sítios muito altos, onde o vento representa muitas dificuldades. Evite o sopé de encostas íngremes, pois neste caso se corre o risco de ser atingido por avalanches ou por pedras que eventualmente despencarem. Além disso, a umidade do solo é o maior nesses pontos, assim como os mosquitos são mais freqüentes. Não construa nas proximidades de charcos e pântanos. Evite os locais sob árvores de grande porte ou de coqueiros. Evite os leitos secos dos rios, pois eles podem ser inundados em poucas horas, às vezes por chuvas caídas em locais distantes e nem percebidas por você.
Material Necessário:
Para se construir um abrigo, são necessários galhos resistentes, plásticos (na medida de 2m x 2m, ele abriga até três pessoas) ou telhados vegetais, estacas e cordas.
Como construir:
Arme a estrutura utilizando os galhos e unindo-os com cordas. No caso de falta de corda, faça um jogo de encaixe. Cubra com o plástico ou telhados vegetais. Para que o abrigo fique mais firme e seguro para os seus ocupantes, os paus da estrutura, podem ser fincados no chão. A entrada do abrigo deve ser orientada na direção contrária do vento. Faça valetas ao redor do abrigo, para permitir que a água escoe.
Telhados vegetais:
Amarre galhos horizontalmente à distância de um palmo um do outro sobre a estrutura do abrigo. As folhas de palmeira ou de bananeira, quando acessíveis, são as mais indicadas para cobrir essa estrutura e formar uma eficiente proteção. A inclinação do telhado deve ter no mínimo 45º, para permitir que a água escorra com rapidez.
Há vários modelos, formas e tamanhos de barracas, desde a canadense, usada para camping ou iglu, usada em deslocamentos. Os tamanhos são baseados de acordo com a quantidade de pessoas que podem dormir: 2, 3, 4, 6.. Uma boa barraca deve ser leve, resistente, bem vedada contra água e insetos, deve poder nos isolar razoavelmente da temperatura externa e ter a alternativa de ser bem arejada.
Barraca Iglu: Em forma de domo, confeccionada com tecidos sintéticos como nylon, é atualmente a mais utilizada. Fabricada em diversos tamanhos que permitem inclusive que se fique em pé no seu interior. Bastante leves, pois são estruturadas por varetas de fibra ou alumínio, são fáceis de armar. Deve-se dar preferência as que possuem teto duplo com a parte superior em tecido reflexivo na cor prateada para diminuir a absorção do calor na exposição a luz solar.
Barraca Canadense: No formato de um V invertido é a mais apropriada para utilizar em regiões quentes, pois possui a parte interior, a barraca propriamente dita, com telas que permitem a entrada de ar e o sobreteto que se pode regular para maior ou menor entrada de vento. Uma das melhores qualidades é que encontra-se muitos modelos em que se pode permanecer em pé. A estrutura usa ferragens que são um pouco pesadas mas é muito fácil de armar. Os fabricantes estão aperfeiçoando as ferragens utilizando materiais mais leves. São fabricadas atualmente em nylon ou plástico revestido com algodão.
Espeques ou Estacas: serão cravados no solo de modo a construírem uma boa ancoragem; o ângulo do material a ser cravado no solo e de 45 graus em relação ao terreno.
Piso da Barraca: é necessária uma boa impermeabilização. A irradiação do calor terrestre traz sempre umidade pela evaporação. As paredes da barraca devem estar ajustáveis ao solo, para que não haja corrente de ar e não entrem pequenos animais(alguns perigosos).
Como armar sua barraca:
BARLAVENTO - é o lugar onde sopra o vento.SOTAVENTO - é o lugar para onde vai o vento.
A barraca deve ter a porta de entrada voltada para o sotavento, para evitar maiores prejuízos. Pode-se verificar com facilidade a direção do vento: movimento da copa das árvores, soltando no ar: folhas, pedaços de papel, um pouco de pó, umedecendo o dedo e notando de que lado ele esfria mais depressa. A insolação da barraca é indispensável, assim como seu arejamento. Antes de erguer a barraca, limpe o terreno, removendo quaisquer pedras e nivelando lombadas na superfície. Então estenda a barraca com a entrada a sotavento da brisa. Fixe os cantos imediatamente. Finque as estacas firmemente, mas não tanto para vergá-las. Se o solo for muito rochoso ou duro para usar as estacas, amarre os estirantes da barraca em pedras grandes. Deve haver uma camada isolante de ar entre a barraca e o sobreteto. Não deixe que eles se encostem, senão condensação pode se formar no interior da barraca, resultando em poças d'água no perímetro do chão. Procure manter o piso da barraca sempre limpo e seco. Antes de montar, abra um pedaço grande de plástico, que ficará sob a barraca. Quando a barraca estiver montada sobre o pedaço de plástico, dobre as abas que sobraram para baixo. Isso ajudará manter tudo seco. Senão o plástico se transformará em canais de água, trazendo a chuva para dentro.
Permitindo o arejamento da barraca:
Deve estar colocada de modo a receber os raios solares, de preferência pela manhã, ou pelo menos durante seis ou oito horas. Por outro lado, sua fixação deve possibilitar o levantamento das abas ou extremidades durante o dia, para que o movimento do ar retire a umidade decorrente da evaporação do solo. Não estando chuvoso o tempo, todo material existente no interior da barraca deve ser inteiramente exposto ao sol.
Escolhendo o Local
Não se deve armar barracas em terrenos em declives fortes (grandes inclinações), cabeça de morro ou crista de serra, em solo úmido e argiloso, em que possa formar poças de lama, ou em terreno perigoso em que a irregularidade de fincar estacas e espeques acabe prejudicando o trabalho de instalação. Os terrenos arenosos exigem cuidados especiais na fixação dos espeques ou estacas para maior segurança da barraca.
Enchentes
Evite acampar em terrenos baixos, ou em baixadas entre morros. Águas de enchente são um perigo em áreas montanhosas, onde uma tempestade pode transformar um córrego tranqüilo numa enxurrada, em horas. Mesmo no ambiente mais seco, nunca arme acampamento diretamente em um leito de rio - você pode ser vítima de uma enchente-surpresa.
Curva do rio
Evite armar sua barraca perto da curva interna de um rio: o terreno ali, geralmente, é mais baixo que o da curva externa, sendo vulnerável a alagamentos. Bancos de cascalho se acumulam nas curvas internas, onde a água corre lentamente, e também contribuem para as inundações. Erga-a em um local plano e desmatado, que seja abrigado e bem drenado. Em tempo molhado, evite alagamentos: cave um canal circundando a base de sua barraca que escoa para baixo.
Dicas:
Antes de sair para o acampamento, arrume um lugar para erguer a sua barraca e garantir que ela esteja em ordem. Você deve ser capaz de armá-la rapidamente em uma nevasca ou ventania. Aprenda a fazer as coisas depressa, fincando tudo antes de inserir as varetas e ajustar os tirantes. Antes de erguer a barraca, limpe o terreno, removendo quaisquer pedras e nivelando lombadas na superfície. Então estenda a barraca com a entrada a sotavento da brisa. Fixe os cantos imediatamente. Finque as estacas firmemente, mas não tanto para vergá-las. Se o solo for muito rochoso ou dura para usar as estacas, amarre os tirantes da barraca em pedras grandes. Deve haver uma camada isolante de ar entre a barraca e o sobreteto. Não deixe que eles se encostem, senão condensação pode se formar no interior da barraca, resultando em poças d'água no perímetro do chão. Procure manter o piso da barraca sempre limpo e seco. Antes de montar, abra um pedaço grande de plástico, que ficará sob a barraca. Quando a barraca estiver montada sobre o pedaço de plástico, dobre as abas que sobraram para baixo. Isso ajudará manter tudo seco. Senão o plástico se transformará em canais de água, trazendo a chuva para dentro.
Dentro da barraca
Organize a barraca para poder alcançar o maior número possível de coisas de dentro do seu saco de dormir. Só desempacote itens à medida que for usando-os. e guarde novamente quando tiver terminado. A cabeça de quem dorme aponta para a porta, a fim de facilitar uma saída de emergência. As botas devem ficar no fundo da barraca (ou dentro do saco de dormir, para evitar que congelem em temperaturas abaixo de zero). Coloque as roupas na área central (as paredes laterais podem ter a condensação que se acumula). As roupas ou itens impermeáveis podem ficar nos cantos, uma vez que são menos afetados por poças de condensação.
Desarmando a barraca:
Antes de desarmar sua barraca, retire todo o material de seu interior e limpe-a completamente. Após desmontada, embale-a corretamente. Antes de guardá-la em casa, é necessários verificar se ela está totalmente seca e limpa. Caso seja necessário, limpe-a e coloque em lugar arejado para secar. Limpe os espeques e guarde-os junto com a barraca, tomando cuido para não rasgá-la. Com esses pequenos cuidados sua barraca sempre estará em ordem quando dela precisar. Abrigos A construção de um abrigo tem inúmeras finalidades, entre elas proteger-nos do frio, do sol ou da chuva, do vento, dos mosquitos e outros insetos. São variados os tipos de abrigos que podemos improvisar na mata, por isso, antes de decidir-se por qualquer um deles, é preciso que você tenha muito claro na sua mente se visa apenas abrigar-se por algumas horas ou se o lugar será utilizado para uma estada mais prolongada.
Os cuidados com a escolha do local:
Em lugares montanhosos, evite sítios muito altos, onde o vento representa muitas dificuldades. Evite o sopé de encostas íngremes, pois neste caso se corre o risco de ser atingido por avalanches ou por pedras que eventualmente despencarem. Além disso, a umidade do solo é o maior nesses pontos, assim como os mosquitos são mais freqüentes. Não construa nas proximidades de charcos e pântanos. Evite os locais sob árvores de grande porte ou de coqueiros. Evite os leitos secos dos rios, pois eles podem ser inundados em poucas horas, às vezes por chuvas caídas em locais distantes e nem percebidas por você.
Material Necessário:
Para se construir um abrigo, são necessários galhos resistentes, plásticos (na medida de 2m x 2m, ele abriga até três pessoas) ou telhados vegetais, estacas e cordas.
Como construir:
Arme a estrutura utilizando os galhos e unindo-os com cordas. No caso de falta de corda, faça um jogo de encaixe. Cubra com o plástico ou telhados vegetais. Para que o abrigo fique mais firme e seguro para os seus ocupantes, os paus da estrutura, podem ser fincados no chão. A entrada do abrigo deve ser orientada na direção contrária do vento. Faça valetas ao redor do abrigo, para permitir que a água escoe.
Telhados vegetais:
Amarre galhos horizontalmente à distância de um palmo um do outro sobre a estrutura do abrigo. As folhas de palmeira ou de bananeira, quando acessíveis, são as mais indicadas para cobrir essa estrutura e formar uma eficiente proteção. A inclinação do telhado deve ter no mínimo 45º, para permitir que a água escorra com rapidez.
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